O Mercado Play é uma plataforma de streaming gratuita que a maioria das pessoas tem instalada no celular e raramente explora. O que está disponível agora surpreende: sete clássicos do cinema americano que passaram pelo Oscar, que geraram frases que entraram na linguagem cotidiana, que foram assistidos por gerações inteiras e que continuam funcionando exatamente da mesma forma.
Não há nada de descoberta aqui. Você provavelmente já assistiu alguns desses filmes. O argumento desta edição do Vale o Play Grátis é diferente: quando um filme desta qualidade está disponível sem custo nenhum, não há razão para não rever. E rever um clássico depois de alguns anos, com mais experiência de vida e de cinema, é uma experiência completamente diferente da primeira vez.
A análise completa de cada filme está no Crítica Livre de Cinema.
Algumas sequências superam o original. Esta é uma delas.
Tom Cruise esperou trinta e seis anos para fazer a sequência de Top Gun. Produziu o filme ele mesmo, recusou ofertas para lançá-lo no streaming durante a pandemia, insistiu que precisava ser visto numa tela grande com som alto. Tinha razão. Top Gun: Maverick arrecadou 1,49 bilhão de dólares mundialmente, tornou-se o maior sucesso de bilheteria da carreira de Cruise e recebeu seis indicações ao Oscar incluindo Melhor Filme. A aclamação da crítica foi unânime: 96% no Rotten Tomatoes.
Tom Cruise voltou para provar que cinema de ação ainda pode ser extraordinário. Funcionou.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui
Forrest Gump (1994) — Robert Zemeckis
A vida é uma caixa de chocolates. Você nunca sabe o que vai encontrar.
Forrest não entendia o mundo. O mundo nunca entendeu Forrest. Os dois fizeram as pazes de um jeito que o cinema raramente consegue.
Forrest Gump recebeu 13 indicações ao Oscar e venceu seis, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator para Tom Hanks e Melhor Direção para Robert Zemeckis. Hanks tornou-se apenas o segundo ator, depois de Spencer Tracy, a vencer o Oscar de Melhor Ator em anos consecutivos. O filme arrecadou 678 milhões de dólares mundialmente e entrou na linguagem cotidiana de uma forma que poucos filmes conseguem.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui
Curtindo a Vida Adoidado (1986) — John Hughes
Um dia. Chicago. Tudo que pode dar errado vai dar errado. E vai ser perfeito.
O filme que transformou matar aula num ato filosófico. Trinta anos depois continua sendo o mais divertido desta lista.
John Hughes escreveu o roteiro em menos de uma semana. As filmagens começaram em setembro de 1985 e terminaram em novembro, com muitos pontos turísticos de Chicago como locações. O filme se tornou tanto uma fantasia de realização de desejos adolescentes quanto uma meditação genuinamente perspicaz sobre juventude, liberdade e a pressão de crescer. Matthew Broderick, Mia Sara e Alan Ruck entregaram três das performances mais naturais da comédia americana dos anos 1980.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui
Escritores da Liberdade (2007) — Richard LaGravenese
Uma professora novata. Uma sala que ninguém queria. Um ano que mudou tudo.
Hilary Swank num dos papéis mais honestos sobre o que um professor pode fazer quando decide não desistir.
Escritores da Liberdade é baseado no livro The Freedom Writers Diary, compilado pela professora Erin Gruwell e seus alunos a partir de diários reais escritos em sala de aula na Woodrow Wilson High School em Long Beach, Califórnia. O público deu ao filme 87% no Rotten Tomatoes, substancialmente acima dos 69% da crítica especializada. Swank, vindo de dois Oscars consecutivos por Boys Don't Cry e Menina de Ouro, entregou a performance mais contida e mais eficaz da carreira.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui
Gênio Indomável (1997) — Gus Van Sant
O rapaz mais inteligente de Boston varria o chão do MIT. Ninguém sabia.
Matt Damon e Ben Affleck escreveram o roteiro juntos. Robin Williams ganhou o Oscar. Nenhum dos três voltou a fazer algo tão bom quanto isso.
Gênio Indomável recebeu nove indicações ao Oscar e venceu dois: Melhor Roteiro Original para Affleck e Damon e Melhor Ator Coadjuvante para Robin Williams. Produzido com orçamento de 10 a 16 milhões de dólares, tornou-se um sucesso comercial arrecadando 225,9 milhões mundialmente. Foi o único Oscar que Robin Williams ganhou em toda a carreira.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui
Uma Mente Brilhante (2001) — Ron Howard
John Nash ganhou o Nobel de Economia. O que o filme mostra é o que isso custou.
Russell Crowe num papel que exige mostrar genialidade e colapso ao mesmo tempo. Conseguiu os dois.
Uma Mente Brilhante venceu quatro Oscars incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Ron Howard e Melhor Atriz Coadjuvante para Jennifer Connelly. A fotografia é de Roger Deakins e a trilha de James Horner. O filme arrecadou 316 milhões de dólares mundialmente com orçamento de 58 milhões.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui
O Show de Truman (1998) — Peter Weir
Truman Burbank vivia numa cidade perfeita. A cidade era um set de TV. Ele não sabia.
Jim Carrey provou que conseguia fazer drama. O filme provou que a premissa mais absurda pode ser a mais precisa sobre o mundo real.
Peter Weir esperou mais de um ano pela disponibilidade de Jim Carrey, recusando recastar o papel enquanto Carrey cumpria contratos com The Cable Guy e Liar Liar. O roteiro é de Andrew Niccol e o filme arrecadou 264 milhões de dólares mundialmente com orçamento de 60 milhões. Hoje, quase trinta anos depois do lançamento, O Show de Truman é mais preciso sobre o mundo real do que era em 1998.
A análise completa está no CRÍTICA LIVRE DE CINEMA <== clique aqui